sexta-feira, 8 de julho de 2011

Pequenas Epifanias...

Oiiie gente, aqui é a Tiffy, cá estou novamente (num humilde e simples post) dedicado ao divo Caio Fernando Abreu, jornalista, romancista e dramaturgo.
Amo mto seus textos, suas obras são de um sentimento tão verdadeiro e profundo, muitas vezes é como se "aquele" texto tivesse sido escrito para momento que estamos vivenciando, é como vi num Tumblr uma vez "parece que o Caio conhece a gente e saí contando nossas coisas por aí."

Algumas de suas obras:
Pedras de Calcutá (1977)
Morangos Mofados (1982)
Mel e girassóis (1988)
Onde andará Dulce Viega (1990)
Ovelhas Negras (1995)
Pequenas Epifanias (1996)


Aqui vão uns trechos de suas obras:
"Não entendia direito, mas era tão bonito que acompanhava com o dedo, palavra por palavra, enquanto a chuva caía — He is always intoxicated with the madness of ecstatic Love, um pensamento maligno em direção às visitas fugitivas, bem feito, a chuva desmancharia penteados e mancharia panos — he is always intoxicated… —, quem sabe um chá?" (A verdadeira estória de Sally can dance in: Pedras de Calcutá)

“Para você, revelo humilde: o que importa é a Senhora Dona Vida, coberta de ouro e prata e sangue e musgo do tempo e creme Chantilly às vezes e confetes de algum carnaval, descobrindo pouco apouco seu rosto horrendo e deslumbrante. Precisamos suportar. E beijá-la na boca. De alguma forma absurda, nunca estive tão bem”  

"Não sei o que faço, onde fico, tenho muito medo, mas confio em Deus. E apesar do meu medo, há em mim uma paz enorme que eu chamo de felicidade."
“Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça a doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada.”

"Livrai-me de tudo que me trava o riso.”

O ridículo é que só no chão você percebe que caiu.

“Tenho uma coisa apertada aqui no meu peito, um sufoco, uma sede, um peso, não me venha com essas história de atraiçoamos-todos-os-nossos-ideais, nunca tive porra de ideal nenhum, só queria era salvar a minha, veja só que coisa mais individualista elitista, capitalista, só queria ser feliz, cara.”

 Na década de 90, Caio F. descobriu que era portador do vírus HIV. E em 25 de fevereiro de 1996, o Brasil despede-se de Caio Fernando Loureiro de Abreu.
Eu já disse e repito, amo mto os textos do Caio divo.! Procurem ler alguma obra dele, tenho certeza que irão amar...
E é isso gente, até o próximo post... Bjoos ;*
By: Tiih'Meireles


Nenhum comentário:

Postar um comentário